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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Meu cão está comendo fezes. O que faço?


Calma, apesar de nojento é muito comum os cães comerem não só as suas próprias fezes como a de outros cães e até mesmo as fezes de gatos.

O nome dado para esse distúrbio comportamental é coprofagia. Esse tipo de comportamento pode estar associado a duas coisas: Primeira; falta de nutrientes ou valor calórico das particulas não digeridas presentes nas fezes. Nesse caso, você poderá pedir ao veterinário responsável pela saúde de seu patudo um complemento alimentar para a ração. Caso persista, você deve comprar um produto que incluso na ração provoca um gosto amargo nas fezes, evitando que o cão continue com esse comportamento inadequado e perigoso para a saúde dele.

A segunda e mais comum das razões que fazem um cão comer suas próprias fezes, é a ansiedade de separação. Esse comportamento é consequencia da falta de atenção e de atividades físicas diárias com seu amigo. Não tem como ter um cão e não passear ou brincar todos os dias. Nesses casos, que geralmente acontece com cães que costumam ficar muitas horas sozinhos em casa, deve ser tratado com medicamentos e exercícios diários. Procure um veterinário adepto a medicina veterinária alternativa para a condução de florais que ajudarão a manter seu cão mais equilibrado emocionalmente, diminuindo a ansiedade causada pela falta de atenção. Outra coisa que melhora muito e só depende de você é passear e brincar com seu cão. Atividade física é garantia de mente saudável para os cães.


quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Carrapatos e Pulgas!!! Como exterminá-los?


Esse é um grande problema para o verão!!! Há dois meses atrás eu não tinha idéia da gravidade que é deixar o cão pegar pulgas e carrapatos. Eu sempre pensei mais na higiene do animal em relação a parasitas. Porém, depois do ocorrido com a minha filhachorra Donatela, tudo mudou.


Vou contar parte da história para vocês entenderem. Eu e meu maridão viajamos de lua de mel em Novembro de 2010 e, hospedamos a Dona em um hotel para cães aqui perto de casa. Eu já sabia do problema que o estabelecimento possuía em relação aos carrapatos, mas como a Dona usava coleira anti parasitas e também foi passado um produto para imuniza-la de pulgas e carrapatos, achei que não teríamos problemas. Péssimo engano. Quando fomos buscar a bebê, percebi que ela estava muito abatida e tristonha. Nos primeiros dias pensamos que era por conta da falta que ela sentiu da casa e dos papais. As coisas foram piorando depois de uns cinco dias após a volta, e então, decidimos procurar ajuda médica. Assim que a Dra Fabiana da SOS Animais colocou o olho na Dona, já me perguntou sobre os terríveis carrapatos. Na hora informei que minha filhachorra nunca sofreu com esses tipos de parasitas. Então ela recolheu sangue e fez o exame na Dona, Batata!!!! Ela estava com o bicho hospedeiro do carrapato, que nada mais é que um segundo parasita que deixa o carrapato doente. e provoca a doença Erlicioche.

Devido a doença, minha Dona ficou com as plaquetas super baixas, provocando hemorragias frequentes, anemia, febre, falta de apetite e indisposição. Quase perdi minha cadela!!!

Elimine e evite ao maximo que seu cão tenha contato com esses parasitas, pois é muito difícil recuperar um animal com as doenças provocadas por eles.


Segue alguns sites com dicas a respeito de tratamentos e prevenção, boa sorte!!!








domingo, 10 de outubro de 2010

Coleira para proteger seu cão e sua casa


Oi Pessoal!!

Conforme a imprenssa começou a divulgar, o surto da doença está se espalhando e portanto, precisamos proteger nosso amigo e nossa família desta praga.

A doença é muito perigosa e pode provocar a morte não apenas dos cães, mas dos humanos também.

Um produto interessante e de custo benefício bom, é a coleira Scalibor. Custa em média R$ 60,00 e já pode ser encontrada em todos os pet shops da região.

Sua fórmula é com deltametrina e excipiente q.s.p. Ambos formam uma camada invisível protetora de repelente para a não chegada do mosquito Phebotomiose. Ainda funciona como repelente para o controle de moscas, carrapatos e pulgas.

A dosagem depende do peso do animal.

Lembre:se que a coleira foi desenvolvida para promover uma lenta liberação do príncipio ativo. ao se colocar a coleira, nas primeiras duas ou três semanas, o efeito será gradativo, se tornando 100% a partir da terceira semana e com duração de seis meses. Depois desse período a coleira passa a perder o efeito gradativamente também.

Segue o site da coleira para maiores informações:

http://www.scalibor.com.br/scalibor/eficacia.asp

Caso você conheça outros métodos de proteger nossos amigos e nossa família. Mande para nós. Nesse momento, tudo é válido!!!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Conheça seu Cão - III parte


A dentição do seu cão passa por um priocesso evolutivo ao longo da vida do animal. Como todos os canívoros, os cães possuem uma dentição própria para a sua alimentação. Caracterizando-se pelo grande desenvolvimento dos caninos e de alguns molares. Um cão adulto possue 42 dentes no total. A sua rimeira dentição são com 32 dentes, de leite que se renova até que o cão se torne adulto. Podendo trocar os dentes de leite mais de uma vez. Tudo depende da alimentação do mesmo.


A evolução da dentição:

Idade Características

21 dias erupção dos caninos

25-30 dias erupção dos incisivos e dos pré-molares

4 meses substituição das pinças

4 meio meses substituição dos meios e das pinças

5 meses substituição dos caninos

6 meses substituição dos pré-molares e erupção dos molares

7 meses dentição adulta completa

1,5 a 2 anos nivelamento da pinça inferior

2,5 a 3 anos nivelamento dos meios inferiores

3,5 a 4 anos nivelamento da pinça superior

4,5 a 5 anos novelamento dos meios inferiores

quarta-feira, 18 de agosto de 2010


O câncer é a proliferação desordenada de células de qualquer tecido do organismo. Esse crescimento desordenado causará danos ao funcionamento dos órgãos comprometidos e, consequentemente, com o avanço da doença, a morte do indivíduo.
O grande problema do câncer é que ele não aparece em apenas um órgão, pode ocorrer metástase, ou seja, uma célula do tecido ou órgão doente vai se instalar e multiplicar em outros órgãos, através da corrente sangüínea. O local mais comum e que é afetado pela maioria dos tipos de câncer é o pulmão. Daí a importância de se fazer um raio X pulmonar para verificar-se se esse órgão vital já está afetado quando da detecção de qualquer tipo de câncer. A extensão da doença e o tempo de vida que o animal terá vai se basear muito nesse dado.

O câncer é uma doença temida e sinônimo de morte para alguns. Nem sempre isso é verdade. Se conseguirmos detectar a doença em fases iniciais, o animal poderá ser tratado e o tumor retirado cirurgicamente antes que ocorra a metástase. Há chances de prolongamento da vida do animal nesses casos, porém, mesmo com esses procedimentos, a metástase pode já ter ocorrido, mas ainda não estar evidente e vir a se manifestar mais tarde.

Nem todo tumor é câncer. Os tumores benignos, porém, quando começam a crescer rapidamente devem ser retirados pois podem tornar-se malignos.

Os sinais clínicos de um animal com câncer varia muito com o tipo de tumor. No caso do oesteossarcoma (tumor ósseo), por exemplo, a fratura de um osso pode estar ligada ao tumor, uma vez que há destruição da estrutura óssea . Os linfomas (tumor nos gânglios), na sua forma mais comum, revelam aumento de um ou mais gânglios. Apesar das várias manifestações que o animal possa ter, muitas vezes, o cão com câncer apresenta apenas perda de peso antes que sinais mais graves apareçam.

O diagnóstico do câncer é feito através da retirada e análise da massa tumoral (biópsia), exames de raio X, ultra-sonografia e exames de sangue.

Em termos de tratamento, dependendo do tipo de tumor e do estágio da sua evolução, ele pode ser cirúrgico e/ou medicamentoso. A quimioterapia é usada em cães em alguns tipos de câncer, mas essas drogas, além de matarem as células tumorais, deprimem a medula óssea causando efeitos indesejáveis. A radioterapia é usada também em animais, mas ainda não está disponível em nosso país. Num tratamento de quimioterapia, o animal tem que ser monitorado com exames de sangue semanais para se verificar qual está sendo a ação da droga no organismo e se o tratamento pode ser continuado. Todo esse monitoramento, associado aos medicamentos, dietas especiais, etc., tornam o tratamento bastante oneroso. Durante o tratamento não há queda de pêlos em animais com pelagem curta, podendo isso ocorrer em pequena proporção em cães de pêlos longos.

Não há predileção de sexo, mas algumas raças são mais acometidas que as outras. Geralmente, o câncer aparece em animais mais velhos. Ainda não se sabe se algum fator genético está envolvido, nem as razões pelas quais se dá o início da multiplicação desordenada das células. Também não há meios de se prevenir o câncer em animais. Um diagnóstico precoce, que nem sempre é possível, é a única maneira de se enfrentar o câncer com possibilidades de prolongamento da vida do animal e, em algumas vezes, a cura.

FONTE:http://www.saudeanimal.com.br/artigo81.htm

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Plano de Saúde para seu Pet



Escolha o plano de saúde para seu pet
Empresas aumentam a oferta de planos com preços mais acessíveis, a fim de atrair proprietários interessados em tratamento de qualidade
por Margarida Telles - 01/06/2010 - 19:39


Pode ter sido a água gelada, o barulho assustador do secador ou a cara de pânico do cão molhado ao lado. O fato é que a poodle Cristal decidiu fugir do banho e tosa e se jogou da banheira do pet shop. O resultado? Uma pata quebrada, alguns machucados e uma conta veterinária que ultrapassaria facilmente R$ 500. Mas a estudante Eduarda Rodrigues, sua dona, não gastou nada. O seguro de saúde do bicho cobriu todas as despesas.

No passado, poderia parecer exagero pagar, todos os meses, um plano para cães ou gatos. Mas nos últimos anos o número de empresas que oferecem o serviço em diversas capitais do país está aumentando. “A medicina veterinária evoluiu muito, e os proprietários estão dispostos a pagar por isso”, afirma Zohair Saliem Sayegh, vice-presidente da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária.

Alessandra Oliosi, que trabalha com vendas, sabe que a determinação de salvar um animal de estimação pode sair cara. Quando cuidava de Tuty, vira-lata do irmão, a cadela passou mal e teve de ser internada. Uma semana, inúmeros exames e uma série de procedimentos cirúrgicos depois, Tuty não resistiu, e Alessandra teve de arcar com o sofrimento – e a conta de quatro dígitos. “Hoje, tenho plano de saúde para os meus cães”, diz. “Pode até ser que eu acabe gastando mais, mas pelo menos posso planejar meu orçamento, sem despesas inesperadas.”

Em São Paulo, a Mister Saúde Animal conseguiu conquistar a clientela oferecendo planos com preços fixos convidativos. “Cerca de 70% de nossos segurados são pessoas que antes abandonavam seus animais doentes, por não possuírem condições de custear o tratamento”, diz Marcos Marcondes, responsável pelo atendimento aos clientes da empresa. Segundo Marcondes, os planos são baratos, com quatro opções de pacotes, que variam de R$ 33 a R$ 92 mensais.

Enquanto a Mister trabalha com clínicas veterinárias e laboratórios cadastrados, outras empresas oferecem atendimento em um único local. Um exemplo é o Hospital Veterinário Med Dog. Lá, o plano custa R$ 95 por trimestre para cães ou gatos, e dispõe de quatro consultas veterinárias em qualquer hora do dia ou da noite, exames laboratoriais e vacinas. “Estamos com cerca de 450 clientes, e a procura cresceu muito no último ano”, afirma Flávia Iazzetti, proprietária da clínica.

Um problema enfrentado pelas empresas de planos de saúde para pets é a identificação do animal. Uma mesma pessoa pode ter diversos bichos da mesma raça e cor e alterná-los em consultas e procedimentos, fingindo levar sempre o mesmo pet. “A solução seria colocar chips nos animais, mas muitos donos são contra esse procedimento invasivo”, diz Mário dos Santos, diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira. Em vez de adotar um plano, a entidade criou um “sistema de vantagens”: cada real gasto no hospital ou em sua loja virtual é revertido em pontos, que podem ser acumulados e trocados por serviços.

A prática de bonificar clientes com presentes para seus animais também foi adotada por uma seguradora de humanos, a Porto Seguro, que oferece três consultas veterinárias por ano para cada apólice. Jarbas Medeiros, coordenador de produtos, é otimista com o assunto. “A resposta foi tão positiva que o benefício, antes exclusivo do seguro residencial, foi levado também para o seguro de carros. E, para muita gente, ele é um ponto decisivo na hora de assinar um contrato.”

Para o aposentado Eurico Luís da Fonseca, garantir o plano de saúde de Niki, sua cocker-spaniel, é tão natural quanto pagar seu próprio convênio. Niki não é apenas o bicho de estimação de Eurico, é sua companhia. Uma vez, quando dividiam uma laranja, a cadela não reagiu bem.“A Niki urinou sangue, fiquei muito nervoso. Levei para o veterinário, fizeram ultrassonografia, ela foi medicada, e deu tudo certo. Com o plano de saúde, me sinto mais seguro”, afirma Eurico, enquanto Niki dorme mais tranquila aos pés do dono.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Meu cão não come ração. Como Acostumá-lo?




De maneira geral a ração industrializada é o meio mais simples, eficaz e recomendado para alimentar os cães. São práticos para os donos e contém todos os nutrientes de maneira balanceada para que o cão se desenvolva bem.O principal obstáculo para que o cão se acostume com a ração - exceto nos casos em que alguns raros cães são alérgicos a algum ingrediente - é o proprietário, que sente ´culpa´ por obrigar o cão a comer ração.E como os cães são mestres na arte do drama, enquanto ele perceber que se fizer escândalo ou greve de fome ao lado da mesa vai ganhar alguma coisa diferente não vai querer comer a ração mesmo. Nunca se viu um cão morrer de fome numa casa em que tenha comida! Portanto, o caso é criar o hábito.Se ele sempre comeu comida caseira, o ideal é ir misturando ração e comida e aos poucos ir diminuindo a quantidade de comida e aumentando a ração. Fixar horários de alimentação também é essencial. Forneça a ração duas vezes ao dia - para cães adultos - e caso ele não coma, simplesmente tire o prato. Na próxima vez ele vai pensar melhor.Evitar dar petiscos fora dos horários das refeições também é um bom começo.